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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Boca-a-boca e opiniões são as propagandas mais confiávies

Sugestões de amigos e opiniões de consumidores expressas online são as formas mais confiáveis de propaganda global, de acordo com a última pesquisa de Consumidor da Nielsen Online, realizada duas vezes ao ano com 25.000 consumidores da internet, em 50 países.
A pesquisa da Nielsen mostra que nove entre cada dez consumidores da internet no mundo (90%) confiam nas sugestões de pessoas conhecidas, enquanto sete em cada dez (70%) confiam na opinião de consumidores expressas online. Os sites das marcas também alcançaram o mesmo índice. No Brasil cerca de 93% acreditam na opinião de conhecidos, 79% confiam nos sites das marcas e 60% nas sugestões de usuários da web.
“A explosão na Mídia Gerada pelo Consumidor (Consumer Generated Media – CGM) nos últimos dois anos indica que a confiança dos consumidores no boca-a-boca durante o processo de tomada de decisão, seja por pessoas conhecidas ou por consumidores online não conhecidos, tem crescido significativamente”, diz Jonathan Carson, presidente da Nielsen Online.
Porém, o executivo acrescenta: “Vemos que todas as formas de propaganda conduzidas por publicitários, exceto anúncios em jornais, também têm tido um aumento nos níveis de confiança; é provável que a revolução CGM tenha forçado os publicitários a usar maneiras mais realistas nas mensagens com base nas experiências dos consumidores ao invés dos nobres ideais publicitários".
A pesquisa apresenta ainda uma diferença entre as regiões do 50 países participantes. “Essas diferenças fornecem um claro guia aos publicitários sobre como focar suas estratégias de publicidade em diferentes países”, explica. Outras formas de publicidade digital ficaram com índices abaixo do anúncios da mídia tradicional, à exceção dos jornais, nos quais a propaganda apresenta queda nos níveis de confiança.
“Apesar do maior número de internautas e do tempo despendido online, a indústria ainda necessita atrair renda publicitária de acordo com os atuais níveis de consumo da mídia online. A habilidade para mudar a renda publicitária da forma tradicional de mídia para a internet está em superar a forma com que a propaganda é exposta online, tornando-a um meio mais eficiente para os anunciantes das marcas e uma forma mais confiável de anunciar na mente do consumidor", conclui Carson.

Fonte:AdNews

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domingo, 21 de junho de 2009

Google promete eliminar buscas de resultados pornográficos na China

Mais de mil de páginas com conteúdo erótico foram bloqueadas no país. A partir de 1º de julho, os computadores terão um filtro antipornografia.



A empresa Google Inc. prometeu tomar as medidas necessárias para eliminar todas as buscas que deem resultados pornográficos em sua portal em língua chinesa, anunciou a agência oficial de notícias chinesa "Xinhua".
"Estamos realizando um exame exaustivo de nosso serviço e tomaremos as medidas que forem necessárias para corrigir qualquer problema com os resultados", informou através de um comunicado a companhia, que possui o buscador pela internet mais usado do mundo.
Além disso, John Pinette, diretor de comunicações do Google Inc. na região da Ásia Pacífico, confirmou que representantes da empresa se reuniram com membros do Governo chinês para revisar os problemas com o serviço da China e a transmissão de conteúdos e imagens pornográficas através de buscas em idiomas estrangeiros.
O anuncio foi feito dias depois de o organismo estatal regulador dos conteúdos de internet na China ter lançado uma dura crítica ao Google, por mostrar links para páginas "web" de conteúdo "obsceno" e que "violam as regulações nacionais".
Trata-se de uma das primeiras vezes que o Governo chinês critica abertamente uma empresa na internet, já que habitualmente censura os conteúdos que não considera de acordo com as leis chinesas, sem dar avisos deste tipo.
As críticas contra o Google surgem no meio de uma renovada campanha do Governo chinês contra a pornografia na internet, com o bloqueio de mais de mil de páginas web com conteúdo erótico nos últimos seis meses.
A campanha também inclui uma ordem estatal que a partir do dia 1º de julho todos os computadores chineses levarão um filtro antipornografia que impedirá automaticamente escrever palavras obscenas em chinês ou buscá-las na "web".


Por G1

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Conheça cases de empresas que tiram vantagem dos microblogs

Technorati Profile
Companhias como JetBlue e Zappos usam o Twitter para aproximarem-se de seus clientes, mapear mercado e obterem feedbacks


Claro, você pode usar o Twitter para saber as novidades de Ashton Kutcher e Oprah. Mas você também pode usá-lo para algo útil, algo que justifique sua utilização no emprego. Acredite. O Twitter e serviços similares estão sendo implantados por empresas como JetBlue e Alcatel-Lucent para ajudar a melhorar o serviço ao cliente e o trabalho em grupo entre as unidades de negócios e continentes.
As ferramentas são fáceis de configurar e utilizar, e é tão simples encontrar as conexões com outras pessoas, como interesses parecidos com os seus, sejam eles pessoais ou profissionais. Como uma ferramenta de serviço para o cliente, a vantagem do Twitter é que quase tudo o que as pessoas dizem no serviço é público e fácil de achar usando a ferramenta de busca. Isto torna o Twitter um grupo de foco instantâneo, feito de milhões de pessoas, muitos dos quais são seus clientes.
Siga o IT Web no Twitter em http://twitter.com/IT_Web
A JetBlue pensa no Twitter como parte de sua função de comunicação corporativa, que engloba relações de mídia, comunicações internas e lidar com blogueiros. "Achamos que os blogueiros e os microblogs são jornalistas cidadãos", diz Morgan Johnson, gerente de comunicações corporativas da JetBlue, que encabeça os esforços de Twitter da companhia aérea.
Os usuários de Twitter têm o mesmo alcance dos jornalistas tradicionais, mas há muito mais. "Nossa utilização primária é só assistir e ouvir. O Twitter pode facilmente ser uma das ferramentas de pesquisa de mercado", diz Johnson. As empresas estão desesperadas pelo feedback dos clientes, mas não encontram uma forma fácil de tê-lo. "Em qualquer um de nossos voos, mandamos dez emails pedindo feedback e somente conseguimos alguns retornos. Este tipo de informação é muito importante para nós."
O Twitter é um serviço grátis de microblogging que os usuários lêem e enviam mensagens curtas ou tweets. As mensagens se limitam a 140 caracteres. Os usuários podem restringir a entrega a seu círculo de amigos ou, por padrão, permitir que qualquer um acesse. É possível enviar e receber tweets via o site do Twitter, SMS ou aplicativos externos. O serviço é grátis na internet, mas os usuários de SMS estão sujeitos a taxa de serviços das operadoras.
As pessoas geralmente mandam mensagens espontâneas sobre as empresas com que estão fazendo negócios, seja para reclamar de um voo que demorou ou expressando gratidão por um serviço atendido prontamente. As empresas podem "escutar" essa conversa colocando o nome da empresa no search do Twitter.
O que é particularmente útil nas indústrias como as companhias aéreas que lutam contra a má reputação. "Em pesquisas de satisfação de clientes, a indústria aérea como um todo tem avaliações menores que o IRS", diz Johnson. "Vou levar isso como ponto pessoal de orgulho que a maioria das menções que vemos é positiva, mas sempre queremos ter certeza que o nível suba cada vez mais".
A Zappos.com, um varejista online, está utilizando o Twitter para fazer conexões pessoais entre os empregados e entre a empresa e seus clientes. Os empregados o utilizam para organizar encontros fora do trabalho e os clientes podem utilizar o Twitter para ver como é a cultura corporativa, diz Aaron Magness, que trabalha no desenvolvimento de negócios e de marketing na Zappos.
"Usamos somente como meio de falar e deixar que as pessoas saibam quem somos", diz Magness. Dos 1,4 mil funcionários da Zappo, 430 estão no Twitter, incluindo o CEO Tony Hsieh.
Para ajudar a definir a personalidade da empresa e seus empregados, a Zappos criou um website público, Twitter.zappos.com, construído no Twitter API para consolidar os tweets dos empregados. Entre os tweets recentes tinha esse do CEO: "No aeroporto indo para nosso armazém".


Por Mitch Wagner / InformationWeek EUA

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